Quanto ao Cardeal Joseph Ratzinger

 

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                                  [  O papa Bento XVI  ]

                                        

 

Primeiro: o Cardeal Ratzinger, como chefe da Congregação para a Doutrina da Fé,

reiterou em inúmeras ocasiões o seu comprometimento com a nova orientação da Igreja

- que ele descreveu como a “demolição de bastiões”, num livro publicado logo que se

tornou chefe da CDF.

 

Segundo: em concordância com esta “demolição de bastiões”, o Cardeal Ratzinger

declarou abertamente que, segundo ele, o Beato Pio IX e São Pio X “viram apenas um

dos lados” aquando das Suas solenes e infalíveis condenações do liberalismo, e que os

Seus ensinamentos foram “refutados” pelo Concílio Vaticano II. Declarou ainda que a

Igreja Católica não mais procuraria converter todos os Protestantes e cismáticos, que

Ela não tinha o direito de “absorver” as suas “igrejas e comunidades eclesiais”, antes

deveria dar-lhes um lugar numa “unidade na diversidade” - ponto de vista obviamente

irreconciliável com a consagração e a conversão da Rússia à Fé Católica. O ponto de

vista do Cardeal Ratzinger é, no mínimo, suspeito de heresia.

 

Terceiro: um dos “bastiões” que o Cardeal Ratzinger desejava “demolir” era a

compreensão tradicional católica da Mensagem de Fátima.

 

Quarto: e o Cardeal Ratzinger desejou fazer essa demolição do bastião de Fátima

em AMF, comentário que ele publicou.

 

Quinto: AMF tenta destruir o autêntico conteúdo católico e profético da

Mensagem, servindo-se das seguintes fraudes exegéticas:


 

O Cardeal Ratzinger retirou as palavras “Por fim” da profecia da Santíssima

Virgem: «Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará.»

O Cardeal Ratzinger cortou também, da profecia de Fátima, as palavras que se

seguem imediatamente àquelas: «O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que

se converterá, e será concedido ao Mundo um tempo de paz.»

 

 

 

278

 

Caixa de texto:  

 

 

 

Tendo deliberada e fraudulentamente alterado as palavras da Mãe de Deus, o

Cardeal Ratzinger declarou que o Triunfo do Imaculado Coração de Maria

(predito para o futuro) significava apenas o fiat da Santíssima Virgem, há 2.000

anos, ao consentir ser a Mãe do Redentor;

pelo que o Cardeal Ratzinger, deste modo, ignorou propositadamente a profecia

da Virgem sobre quatro acontecimentos futuros em torno da Consagração e da

conversão da Rússia e, propositadamente também, reduziu-os, todos eles, a um

único evento - o Seu fiat, pronunciado no ano 1 a. C.

Com respeito à devoção ao Imaculado Coração - que Nossa Senhora de Fátima

anunciou que Deus queria estabelecer no Mundo -, o Cardeal Ratzinger teve a

desfaçatez de dizer que essa Devoção ao único e Imaculado Coração de Maria

nada mais significa do que seguirmos o exemplo de Maria, obtendo para cada

um de nós umimaculado coração”, por meio da “unidade interior” com Deus.

Com esta “interpretação” grotesca e blasfema, o Cardeal Ratzinger rebaixa a


 

própria Mãe de Deus, para cortar com qualquer ligação entre a Devoção no

Mundo ao Imaculado Coração de Maria e o apelo de Nossa Senhora de Fátima

para que a Rússia se converta à Religião Católica - ora a conversão desta nação

deve preceder a verdadeira devoção ao Imaculado Coração, uma vez que a

religião ortodoxa russa não reconhece o dogma da Imaculada Conceição.

 

Sexto: o Cardeal Ratzinger sustentou, em AMF, que «devemos supor, como afirma

o Cardeal Sodano, que “(…) os acontecimentos a que faz referência a terceira parte do

‘segredo’ de Fátima pareçam pertencer já ao passado”»; e que o Terceiro Segredo

culminou com a tentativa falhada de assassinato [do Papa João Paulo II] em 1981.

 

Sétimo: ao adoptar a Linha do Partido do Cardeal Sodano acerca do Terceiro

Segredo, o Cardeal Ratzinger contradiz, em absoluto, o seu próprio testemunho de 1984

- três anos depois da tentativa de assassínio -, segundo o qual o Terceiro Segredo é uma

“profecia religiosa”, referente a «perigos que ameaçam a Fé e a vida do Cristão e,

consequentemente, do Mundo» - não tendo dado a entender, de modo algum, nessa

ocasião que o Segredo se referia à tentativa de assassinato de 1981 nem a qualquer outro

acontecimento passado.

 

Oitavo: reforçando a Linha do Partido, o Cardeal Ratzinger, na conferência de

imprensa de 26 de Junho de 2000, esforçou-se por criticar o Padre Nicholas Gruner

informando a imprensa mundial de que o este Sacerdote “deve submeter-se ao

Magistério” e aceitar a alegada consagração do Mundo, de 1984, como uma

consagração da Rússia. Isto é: para o Cardeal Ratzinger, o Padre Gruner tem de se

submeter à Linha do Partido do Cardeal Sodano. Tal alegação do Cardeal Ratzinger é

falsa, por não ter havido nenhum pronunciamento com autoridade do Magisterium: nem

do Papa, nem de um Concílio, nem do Magisterium Ordinário e Universal.

 

Nono: em suma, o Cardeal Ratzinger, pondo em prática a Linha do Partido, abusou

conscientemente da sua posição de chefe da Congregação para a Doutrina da Fé para

dar a falsa aparência de peso e validade teológicos a uma vergonhosa “desconstrução”

da Mensagem de Fátima - uma atitude tão descarada que até o Los Angeles Times pôs

como subtítulo à sua notícia de AMF e da conferência de imprensa de 26 de Junho de

2000 o seguinte:

 

 

 

 

279

 

 

 

«O maior teólogo do Vaticano demoliu, com luva branca, o relato de uma Freira

sobre uma sua visão de 1917 que alimentou décadas de especulação.»
 

Em relação a todos os acusados

 


As evidências que apresentámos mostram que todos os quatro acusados - Cardeal
Angelo Sodano, Cardeal Joseph Ratzinger, Mons. Tarcisio Bertone e Cardeal Dario
Castrillón Hoyos - conspiraram de comum acordo para levarem a cabo vários actos que
não fazem qualquer sentido, a menos que sejam vistos segundo o prisma do motivo que
aqui provámos: e o motivo é eliminar a Mensagem de Fátima, compreendida no seu
sentido tradicional católico, da memória da Igreja, de modo a abrir caminho a uma nova
orientação eclesial que não pode coexistir com aquilo que a autêntica Mensagem diz.
Os acusados tentaram livrar-se da Mensagem de Fátima precisamente naquele
momento histórico em que a correspondência da Igreja aos seus pedidos evitaria aquilo
que, como pode ver-se, é o advento de uma catástrofe à escala mundial. As autoridades
civis do Mundo, tendo apenas por base de defesa os relatórios falíveis (e humanos) dos
operacionais dos Serviços de Defesa do Estado, são suficientemente sensatas para se
prepararem para o pior. Porém, os acusados - que estão na posse de um “relatório”
infalível, enviado pelos nossos “Serviços de Defesa Celestes”, sobre o aniquilamento de
nações que se avizinha - afirmam-nos que esse “relatório” só fala de acontecimentos
passados, que provavelmente não é fiável e que de qualquer modo, pode perfeitamente
ser ignorado.
E, ao mesmo tempo, há a prova esmagadora de que os acusados estão ainda a
ocultar-nos uma parte do “relatório” destes nossos “Serviços de Defesa Celestes”: a
parte que aponta directamente as acções e omissões dos acusados como sendo a causa
de uma crise sem precedentes na Igreja, uma crise cujos terríveis efeitos são agora
visíveis no Mundo inteiro - que se limita a olhá-los com um misto de troça e desprezo.
Onze mentiras
Prova a evidência que os acusados perpetraram pelo menos onze mentiras distintas
- mentiras que já causaram um grave dano à Igreja e a toda a humanidade, e que, de
modo iminente, ameaçam com males ainda mais graves cada homem, mulher e criança,
tal como a própria Virgem Maria nos avisou.
Essas mentiras são as seguintes:
Mentira nº 1: A visão do «Bispo vestido de Branco», dada a público a 26 de Junho
de 2000, compõe a totalidade do Terceiro Segredo de Fátima.
De uma forma criminosa, esta mentira priva a Igreja e o Mundo dos óbvios avisos
proféticos da visão, que só podem ser explicados através das palavras omissas da
Santíssima Virgem - palavras que não só explicariam a visão como também nos diriam
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o modo de evitar a futura catástrofe aí representada, que inclui a execução de um Papa
(ou de um Bispo vestido de Branco) por um pelotão de soldados, no exterior de uma
cidade meio arruinada.
Numa exibição de clara duplicidade, os acusados dizem-nos, por um lado, que a
visão deve ser interpretada de modo “simbólico” (representando a perseguição da Igreja
durante o século XX), enquanto, por outro lado, eles próprios a interpretam à letra,
como sendo a representação da tentativa falhada de assassínio do Papa, em 1981. Pura e
simplesmente, eles fingem ignorar como, no texto publicado da visão, a Irmã Lúcia a
explica dizendo que «o Papa é morto». E aqui ignoram também a alegada carta da Irmã
Lúcia de 12 de Maio de 1982 - por eles próprios apresentada como prova em AMF! -,
supostamente escrita um ano depois da tentativa de assassinato, na qual a vidente dizia:
«E se não vemos ainda o facto consumado do final desta profecia, vemos que para aí
caminhamos a passos largos.»
Ao ocultar as palavras da Virgem Maria que claramente faltam no Terceiro
Segredo, os acusados privam-nos de uma orientação preciosa vinda do Céu, neste tempo
de crise única para a Igreja - só para tentarem esconder o quanto contribuiram, para
provocarem essa crise, que o Segredo - conhecido na sua totalidade - sem dúvida
revelaria.
Mentira nº 2: O Terceiro Segredo representa acontecimentos que «pertencem ao
passado», incluindo o atentado falhado à vida do Papa João Paulo II.
O esforço para “interpretar” a visão de um futuro desastre que se abate sobre o
Papa e a Hierarquia (o que inclui uma execução pública) como, unicamente, uma
tentativa falhada de assassinato, há mais de 20 anos, é a fraude mais gritante envolvida
no crime que nos ocupa. Como demonstrámos abundantemente, esta mentira é o aspecto
mais perigoso do crime, porque fará com que toda a Igreja desça pelo caminho florido
que leva à ruína, só por dizer a todos os Fiéis que não devem preocupar-se mais com o
que constitui, afinal, avisos proféticos em plena vitalidade (inclusive a aniquilação de
várias nações) e que, seguramente, ainda não pertencem ao passado.
Esta fraude - quase risível pela sua audácia - é exposta unicamente pela descrição
que o próprio Cardeal Ratzinger fez do conteúdo do Terceiro Segredo, em 1984.
Curiosamente, nesta altura Ratzinger nada disse sobre a “interpretação” vulgarizada de
que o Terceiro Segredo culminou em 1981, com a referida tentativa de assassinato.
Torna-se óbvio, portanto, que esta “interpretação” foi forjada posteriormente com o fim
de desorientar e enganar os Fiéis.
Mentira nº 3: A Mensagem de Fátima não oferece orientações específicas para a
actual crise na Igreja e no Mundo, para além de se possuir uma
piedade genérica em forma de oração e penitência, e de se ser “puro
de coração”.
Os acusados e os seus colaboradores querem fazer crer que Nossa Senhora de
Fátima não pediu especificamente, por vontade expressa de Deus Todo-Poderoso, a
Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, pelo Papa em união com todos
os Bispos católicos do Mundo, e ao mesmo tempo; e a Devoção dos Cinco Primeiros
Sábados, com a Sagrada Comunhão em Reparação dos pecados cometidos contra o
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Imaculado Coração de Maria, entre os quais se situam todas as blasfémias dos Homens
contra o Imaculado Coração.
Fica provado que os acusados e os seus colaboradores enterraram e ignoraram estes
pedidos vindos do Céu, porque tais coisas são católicas demais aos olhos da nova
orientação da Igreja, “ecuménica” e mundialmente espalhada, que eles obstinadamente
perseguem e promovem. E aqui está como os próprios meios que Deus determinou para
se obterem, no nosso tempo, Graças especiais para as almas se salvarem do Inferno
foram, criminosamente, ocultadas da vista de todos.
Mentira nº 4: Todos os pedidos da Virgem de Fátima foram honrados.
Pelo contrário, os Seus pedidos foram repelidos pelos acusados. Tanto eles como
os seus colaboradores substituiram arrogantemente a consagração da Rússia - a ser feita
pelo Papa conjuntamente com todos os Bispos católicos de todo o Mundo, numa solene
cerimónia pública - por uma consagração do Mundo. O que eles fizeram foi “adaptar”
aquilo que a Mãe de Deus pedira com a autoridade do Seu Divino Filho, de modo a
enquadrar-se nos seus planos e iniciativas - humanos, sujeitos a erro e, portanto, sem
valor -, incluindo um “ecumenismo” absolutamente estéril que nada mais produziu do
que um contínuo desrespeito pelo Papa, por parte da Hierarquia Ortodoxa Russa - não
convertida e controlada pelo Kremlin.
Em vez de procurarem a conversão da Rússia, o Triunfo do Imaculado Coração de
Maria e a reparação pelos pecados que Deus lhes pedira em Fátima, os acusados
participaram na fraude desta “nova embalagem” da Mensagem de Fátima que a
apresenta como um suave e insignificante “programa para a nova Evangelização” (para
recordar a ridícula asserção do Cardeal Castrillón Hoyos a este respeito).
Tal como demonstrámos, “a nova Evangelização” abandona o constante
ensinamento da Igreja segundo o qual não só os Ortodoxos Russos mas também todos
os cismáticos e hereges deverão voltar ao seio da Igreja Católica, e que os Muçulmanos,
Judeus e pagãos precisam igualmente da conversão, da Fé em Jesus Cristo e do
Baptismo para serem livres do Inferno. Em suma: “a nova Evangelização” - muito à
maneira dos slogans comunistas - significa o oposto daquilo que se lê: o que “a nova
Evangelização” significa é nenhuma Evangelização - de ninguém! - e,
consequentemente, não honrar os pedidos da Santíssima Virgem respeitantes à
Conversão da Rússia.
Mentira nº 5: A situação alarmante vivida na Igreja e no Mundo é o melhor que se
pode esperar da falsamente declarada “obediência” à Mensagem de
Fátima.
É um crime tentar enganar os Fiéis dizendo-lhes que a actual situação da Rússia e
do Mundo em geral representa, de qualquer modo que seja, o cumprimento das
promessas da Mãe de Deus em Fátima. Deste modo, a Igreja e o Mundo são roubados
de indizíveis benefícios temporais e espirituais que Deus lhes concederia se a
Mensagem de Fátima fosse respeitada e obedecida. Foi-nos dada uma demonstração de
tais benefícios no caso de Portugal - uma nação miraculosamente transformada numa
ordem social católica, a seguir à sua consagração ao Imaculado Coração de Maria, em
1931; resultado que, segundo explicitamente declarou o chefe da Hierarquia portuguesa,
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se veria por todo o mundo, se, do mesmo modo, a Rússia fosse consagrada. Ora, não
deixa de ter um sabor a blasfémia atribuir a horrenda situação espiritual e moral da
Rússia e do Mundo inteiro ao Triunfo do Imaculado Coração de Maria.
Mentira nº 6: A Mensagem de Fátima não oferece qualquer solução em concreto
para a crise na Igreja e no Mundo, sem ser oração e penitência.
Neste ponto, os pedidos específicos da Mãe de Deus são deliberada e
fraudulentamente ocultados, para que ninguém requeira às autoridades da Igreja que os
reafirme publicamente. Tal ocultação fraudulenta dos meios de auxílio espiritual
enviados pelo Céu para o nosso tempo tem causado perdas incalculáveis para a Igreja e
o Mundo.
Mentira nº 7: Nada podemos fazer para evitar o grande castigo anunciado por
Nossa Senhora de Fátima que inclui a aniquilação de várias nações, a
não ser o oferecimento individual de orações e penitências.
E deste modo os acusados, deliberada e premeditadamente, ocultaram da Igreja e
do Mundo dois meios concretos que o Céu determinou para a protecção de males
temporais e a obtenção de graças extraordinárias nesta época da História da Igreja -
nomeadamente a Consagração da Rússia, e a prática generalizada da Devoção dos
Cinco Primeiros Sábados.
Assim os acusados - de um modo frio, deliberado e cruel - colocaram tanto a Igreja
como a sociedade civil naquele mesmo percurso seguido pelos infortunados Reis de
França que não prestaram atenção à ordem de Nosso Senhor para que a França fosse
consagrada ao Seu Sacratíssimo Coração, em solene cerimónia pública.
A execução do Rei de França [Luís XVI] pelos revolucionários, em 1793, é um
espelho do que espera o Papa e muitos membros da Hierarquia, como mostra a visão do
Terceiro Segredo: a execução do Papa e dos seus ministros por soldados, no exterior de
uma cidade meio arruinada. É este acontecimento futuro que os acusados tentaram
criminosamente deturpar, dando-o, simplesmente, como a representação da tentativa
falhada de assassínio do Papa - sozinho e há mais de vinte anos!
Mentira nº 8: A Mensagem de Fátima é uma simples “revelação privada”, que não
impõe aos membros da Igreja qualquer obrigação de nela acreditarem
ou de lhe obedecerem.
O Cardeal Ratzinger assevera em AMF que a Mensagem de Fátima é apenas (e
unicamente) «uma ajuda que é oferecida, mas não é obrigatório fazer uso dela.» Quer
isto dizer que o Cardeal Ratzinger declara abertamente não estar a Igreja obrigada a
respeitar os pedidos da Virgem de Fátima, incluindo a Consagração da Rússia e os
Cinco Primeiros Sábados - asserção com que os outros acusados concordam.
Ora, enquanto eles nos dizem que ninguém tem obrigação de acreditar ou de honrar
a Mensagem de Fátima, já o próprio Papa vem declarar que «a Igreja se sente
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interpelada por essa Mensagem» - e, para o demonstrar, inseriu no novo Missal Romano
a Festa de Nossa Senhora de Fátima, que a Igreja Católica celebra todos os anos a 13 de
Maio. Consequentemente, e segundo a afirmação fraudulenta dos acusados, a Igreja
celebra uma Festa em honra de uma aparição na qual ninguém tem de acreditar!
Sustentar que os avisos do Céu acerca de um grande castigo, que «várias nações
serão aniquiladas» e que a perda de milhões de almas não merecem qualquer crédito (se
resolvermos não querer acreditar nisso) - mesmo se tais avisos foram autenticados por
um milagre público sem precedentes, e testemunhado por 70 mil pessoas - é o cúmulo
da insanidade humana. Então, todos nós sofreremos terríveis castigos, incluindo a
aniquilação de várias nações - e já sofremos a Segunda Guerra Mundial, a Guerra da
Coreia, a Guerra do Vietname, etc., já sem falar da Guerra contra os que não chegam a
nascer, com a chacina de mais de 600 milhões de crianças inocentes -, tudo isto e muito
mais são as consequências deste arrogante rebaixamento dos conselhos da Mãe de Deus
em Fátima.
Mentira nº 9: A Mensagem de Fátima é, em suma, de pouca importância nos seus
pormenores proféticos; e o Terceiro Segredo não contém “nenhum
grande mistério”, nem “quaisquer surpresas”, nem avisos relativos ao
futuro.
Com esta mentira, os Fiéis são criminosamente privados dos avisos do Céu e de
prescrições da mais alta importância para a Igreja no nosso tempo. Tivesse a Mensagem
de Fátima sido honrada, e incalculáveis danos, temporais e espirituais, se teriam
evitado. Ao continuarem a insistir nesta mentira, os acusados deixam a Igreja e o
Mundo impotentes para impedir a grande punição que há-de afectar gravemente todos
os homens, mulheres e crianças - nomeadamente a (literal) “aniquilação de várias
nações” e a escravidão a que serão submetidas, na totalidade e por todo o mundo, as
populações sobreviventes; já sem mencionar a perda de milhões de almas condenadas
ao Inferno por toda a eternidade. Nossa Senhora advertiu que esta seria a consequência
última de não serem satisfeitos os Seus pedidos.
Mentira nº 10: Estas pessoas aqui acusadas acreditam, elas próprias, na verdadeira
Mensagem de Fátima.
Ao mesmo tempo que se escondem por detrás de uma falsa aparência de crença na
Mensagem de Fátima, as palavras e os actos objectivos dos acusados revelam em si uma
tentativa sistemática para rebaixar e destruir toda a crença no conteúdo profético - e
explicitamente católico - da Mensagem. A sua verdadeira intenção revela-se quando
citam Dhanis como “eminente conhecedor” de Fátima; quando Dhanis lançou a dúvida
sobre cada um dos aspectos proféticos da Mensagem. Assim, ao citarem Dhanis como a
sua grande autoridade, os acusados dão a conhecer aos seus correligionários
“iluminados” (mas não ao público em geral e não informado) que eles olham a
Mensagem de Fátima essencialmente como uma piedosa congeminação da Irmã Lúcia,
cuja afirmação de ter falado com a Virgem Maria sobre a consagração e a conversão da
Rússia (e por aí fora…) não pode ser considerada digna de crédito pelos homens
“iluminados” da Igreja pós-Conciliar.
O facto de os acusados não admitirem abertamente que, na verdade, não acreditam
na autêntica Mensagem de Fátima - e se propõem, mesmo, interpretá-la para nós -, não é
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apenas de uma grande hipocrisia, mas sim de uma fraude ultrajante feita à Igreja. Ora
bem: tal como, no tribunal, os juízes e os potenciais membros do júri devem apresentar
quaisquer eventuais pré-conceitos que haja em relação ao caso que têm entre mãos,
também aqui os acusados deveriam revelar abertamente os seus juízos previamente
formados, antes de pretenderem ser juízes isentos da Mensagem de Fátima.
Mentira nº 11: Os Católicos que não concordarem com os acusados no que respeita a
Mensagem de Fátima são “desobedientes” ao “Magistério”.
Por “Magistério”, os acusados compreendem apenas as opiniões que têm sobre a
Mensagem de Fátima - opiniões essas que contradizem mesmo aquilo que o Santo Padre
tem dito e tem feito para confirmar a autenticidade da Mensagem, como, mais
recentemente, a instituição da Festa de Nossa Senhora de Fátima no calendário litúrgico
da Igreja.
Assim (e ironicamente…), são os acusados que são desleais ao Magisterium,
quando procuram despromover Fátima até ao estatuto de uma “revelação privada”,
podendo ser negligenciada por toda a Igreja numa completa segurança.
Um crime de dimensões incalculáveis

 

 

 

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