São Miguel Arcanjo - Canção Nova.
 

CNBB - ORIENTAÇÕES PASTORAIS SOBRE A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA



 

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Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e as restrições para RCC .

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) possui um Documento chamado Documento 53, com orientações pastorais para a RCC. Ele recomenda por exemplo, que se evite a prática do "Repouso no Espírito" ou "batismo no Espírito"  e preocupações exageradas com o Demônio. Vejam:

proibições e restrições

Documento 53 CNBB - ORIENTAÇÕES PASTORAIS SOBRE A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA
62.
Orar e falar em línguas: O destinatário da oração em línguas é o próprio Deus, por ser uma atitude da pessoa absorvida em conversa particular com Deus. E o destinatário do falar em línguas é a comunidade. O apóstolo Paulo ensina: "Numa assembléia prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência para instruir também aos outros, a dizer dez mil palavras em línguas" (1Cor 14,19). Como é difícil discernir, na prática, entre inspiração do Espírito Santo e os apelos do animador do grupo reunido, não se incentive a chamada oração em línguas e nunca se fale em línguas sem que haja intérprete.
63.
Dom da profecia: Na Bíblia, profeta é o que fala em nome de Deus. Significa, pois, um evangelizador. É a comunicação de assuntos espirituais aos participantes de reuniões comunitárias, aos quais se dirigem palavras de exortação e encorajamento. "Aquele que profetiza, fala aos homens: edifica, consola, exorta" (1Cor 14,3). É um dom para o bem da comunidade e não tem em vista adivinhações futuras.
64. Haja grande discernimento quanto ao dom da profecia, eliminando qualquer dependência mágica e até supersticiosa.
65. Em Assembléias, grupos de oração, retiros e outras reuniões evite-se a prática do assim chamado
"repouso no Espírito". Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento.
66. Poder do mal e exorcismo:
Cristo venceu o demônio e todo o espírito do mal. Nem tudo se pode atribuir ao demônio, esquecendo-se o jogo das causas segundas e outros fatores psicológicos e até patológicos.
67. Quanto ao
"poder do mal", não se exagere a sua importância. E não se presuma ter o poder de "expulsar" demônios. O exorcismo só pode ser exercido de acordo com o que estabelece o Código de Direito Canônico (Cân. 1172). Por isso, seja afastada a prática, onde houver, do exorcismo exercido por conta própria.
68. Procure-se, ainda, formar adequadamente as lideranças e os membros da RCC para superar uma preocupação exagerada com o demônio, que cria ou reforça uma mentalidade feitichista, infelizmente presente em muitos ambientes.
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Agora leia e depois responda:
Atos dos Apóstolos 2:
1 E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar;
2 E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
4 E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.
6 E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.
7 E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando?
8 Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?
9 Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, Ponto e Ásia,
10 E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos,
11 Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.
As LÍNGUAS FALADAS e OUVIDAS no DIA DE PENTECOSTES eram “ESTRANHAS” ou ENTENDIDAS (IDIOMAS de NAÇÕES)?
*Observe que eles ENTENDIAM NA PRÓPRIA LÍNGUA QUE NASCERAM; ENTENDERAM QUE ELES ESTAVAM FALANDO “DAS GRANDEZAS DE DEUS”. Vers.11
fonte : https://www.facebook.com/acordacnbb
divulgação:http://www.arcanjomiguel.net
Clevinho Maia (Combatentes de São Miguel Arcanjo)
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A Renovação Carismática Católica (RCC) é fruto do Protestantismo Pentecostal. A RCC é um movimento Católico Pentecostal que trouxe influências protestantes pra dentro da Santa Igreja.
O Vaticano não concorda e nem descorda com este movimento pentecostal Revolucionário, apesarem de serem reconhecidos pela Santa Igreja, com uma esperança que um dia voltem a seguir a Santa Tradição, a RCC aderiu alguns costumes não Católicos Apostólicos, ensinamentos e costumes que vão contra o que diz e ensina o Vaticano como o falar em línguas (Glossolária) que infelizmente a RCC aderiu uma influencia protestante e não Apostólica, tem uma passagem bíblica do Apostolo São Paulo onde ele nos diz : é melhor você fala uma frase e a assembléia entender, do que você fala um texto e ninguém entender nada.
A RCC é um movimento não Católico Apostólico, surgiu nos Estados Unidos da América em meados da década de 60. Ele é voltado para a experiência pessoal com Deus, particularmente através do Espírito Santo e dos seus dons. Esse movimento busca dar uma nova abordagem às formas de doutrinação e retirar práticas Tradicionais dos Ritos e da Mística Católica, tirando os lindos cânticos Sacros e Gregorianos e substituindo por melodia contemporânea, utilizando instrumentos revolucionários que chegam a tirar a sacralidade do ambiente.

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Paz e bem ,
"É imensa a cegueira de grande parte do nosso clero. O orgulho teológico - eis a planta daninha já enraizada em seus corações - os faz simplesmente não mais sentir o avanço das trevas, porque quem se acostuma a viver na escuridão, já não consegue bem discernir as luzes. E sem dúvida, quem se deixa obnubilar pelas trevas do orgulho, imediatamente apaga as luzes do Espírito Santo.
Em verdade, quanto ao exorcismo, muitos padres e Bispos chegaram a querer proibir até que as pessoas rezassem as orações de exorcismo leigo, como aquele "pequeno Exorcismo de São Miguel" (hoje não obrigado a rezar a apos todas missas, o que antes era obrigatório), dizendo que isso era exclusivo dos padres.
Mas quem rezaria então, se os padres não acreditam no diabo?
Devemos então, todos, rezar diariamente as orações que nos são permitidas, porque somente nos é vedada a prática do Exorcismo direto (exorcismo maior), destinada apenas aos padres.
(Embora, num futuro bem próximo, eu acredite firmemente que leigos receberão diretamente do céu este poder. Aliás, já estão tendo!) Bem: vou afirmar aqui, sem medo de errar: todo sacerdote, bispo, leigo, que não acredita no diabo, e engana os outros com esta mentira, em breve o verá. Seja o Quevedo que for! Verá com olhos de carne! Para que creia e morra de pavor!...Ou se converta, porque quem nega a existência do demônio e do inferno, primeiro faz de Jesus um mentiroso, e segundo está excomungado da Igreja, já não é mais Católico Romano, pois isso é dogma de fé."

Padre Gabriele Amorth irá referir ao
Concílio Vaticano II, e pelas colocações do Padre, o leitor poderá ir confirmando em seu coração aquilo que temos dito nos últimos anos: a fumaça do diabo entrou na Igreja Católica, através do Concílio Vaticano II. Ali está a raiz mãe de todos os males atuais da Igreja.

leia o artigo completo aqui
Igreja Católica diabo entrou através do Concílio Vaticano II

Todos que conhecem a RCC sabem que o movimento tem uma luta árdua contra satanás.
as restrições da (CNBB) ( veja este documento)
  CNBB orientação pastoral para RCC.

As orientações fazem restrições,

E) Questões Particulares

53. Alguns temas necessitam de maior aprofundamento teológico, diálogo eclesial e orientação pastoral, tais como: Batismo no Espírito Santo, dons e carismas, dom da cura, orar e falar em línguas, profecia, repouso no Espírito, poder do mal e exorcismo.

54. A palavra “Batismo” significa tradicionalmente o sacramento da iniciação cristã. Por isso, será melhor evitar o uso da expressão “Batismo no Espírito”, ambígua, por sugerir uma espécie de sacramento. Poderão ser usados termos como “efusão do Espírito Santo”, “derramamento do Espírito Santo”. Do mesmo modo, não se utilize o termo “confirmação” para não confundir com o sacramento da Crisma (cf. Comissão Episcopal de Doutrina, Comunicado Mensal, Dez. de 1993, 2217)51.

55. Dons e Carismas: O grande dom, que deve ser por todos desejado, é o da caridade: “Aspirai aos dons mais altos. Aliás, passo a indicar-vos um caminho que ultrapassa a todos...” (1Cor 12,31-13,13)52. “A caridade é o primeiro dom e o mais necessário, pelo qual amamos a Deus acima de tudo e o próximo por causa dele” (LG, 42)53.

56. “O Espírito Santo unifica a Igreja na comunhão e no ministério. Dota-a e dirige-a mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos” (LG, 4)54. O Espírito opera “pelas múltiplas graças especiais, chamadas de carismas, através das quais torna os fiéis aptos e prontos a tomarem sobre si os vários trabalhos e ofícios que contribuem para a renovação e maior incremento da Igreja” (Catecismo da Igreja Católica, 798)55. Os carismas devem ser recebidos com gratidão e consolação. E não devem ser temerariamente pedidos nem se ter a presunção de possuí-los (cf. LG, 12)56.

57. Haja muito discernimento na identificação de carismas e dons extraordinários. Diante das pessoas que teriam carismas especiais, o juízo sobre sua autenticidade e seu ordenado exercício compete aos pastores da Igreja. A eles, em especial, cabe não extinguir o Espírito, mas provar as coisas para ficar com o que é bom (cf. 1Ts 5,12.19.21)57. Assim, também no que se refere aos carismas, a RCC se atenha rigorosamente às orientações do Bispo diocesano.

58. Dom da cura: O Senhor dá a algumas pessoas um carisma especial de cura, para manifestar a força da graça do Ressuscitado. No entanto, as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças. São Paulo aprende do Senhor que “basta minha graça, pois é na fraqueza que minha força manifesta todo seu poder” (2Cor 12,9)58, e que os sofrimentos que temos que superar podem ter como sentido “completar na minha carne o que falta às tribulações de Cristo pelo seu corpo, que é a Igreja” (Cl 1,24)59.

59. Ao implorar a cura, nos encontros da RCC ou em outras celebrações, não se adote qualquer atitude que possa resvalar para um espírito milagreiro e mágico, estranho à prática da Igreja Católica (cf. Eclo 38,11-12)60.

60. Nas celebrações com doentes, não se usem gestos que dão a falsa impressão de um gesto sacramental coletivo ou que uma espécie de “fluido espiritual” viesse a operar curas.

61. O
Óleo dos Enfermos não deve ser usado fora da celebração do Sacramento. Para não criar confusão na mente dos fiéis, quem não é sacerdote não faça uso do óleo em bênção de doentes, mas use apenas o Ritual de Bênçãos oficial da Igreja.

62.
Orar e falar em línguas: O destinatário da oração em línguas é o próprio Deus, por ser uma atitude da pessoa absorvida em conversa particular com Deus. E o destinatário do falar em línguas é a comunidade. O apóstolo Paulo ensina: “Numa assembléia prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência para instruir também aos outros, a dizer dez mil palavras em línguas” (1Cor 14,19)61. Como é difícil discernir, na prática, entre inspiração do Espírito Santo e os apelos do animador do grupo reunido, não se incentive a chamada oração em línguas e nunca se fale em línguas sem que haja intérprete.

63.
Dom da profecia: Na Bíblia, profeta é o que fala em nome de Deus. Significa, pois, um evangelizador. É a comunicação de assuntos espirituais aos participantes de reuniões comunitárias, aos quais se dirigem palavras de exortação e encorajamento. “Aquele que profetiza, fala aos homens: edifica, consola, exorta” (1Cor 14,3)62. É um dom para o bem da comunidade e não tem em vista adivinhações futuras.

64. Haja grande discernimento quanto ao dom da profecia, eliminando qualquer dependência mágica e até supersticiosa.

65. Em Assembléias, grupos de oração, retiros e outras reuniões evite-se a prática do assim chamado “repouso no Espírito”. Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento.

66. Poder do mal e exorcismo:
Cristo venceu o demônio e todo o espírito do mal. Nem tudo se pode atribuir ao demônio, esquecendo-se o jogo das causas segundas e outros fatores psicológicos e até patológicos.

67.
Quanto ao “poder do mal”, não se exagere a sua importância. E não se presuma ter o poder de “expulsar” demônios. O exorcismo só pode ser exercido de acordo com o que estabelece o Código de Direito Canônico (Cân. 1172)63. Por isso, seja afastada a prática, onde houver, do exorcismo exercido por conta própria.

68. Procure-se, ainda, formar adequadamente as lideranças e os membros da RCC para superar uma
preocupação exagerada com o demônio, que cria ou reforça uma mentalidade lidade feitichista, infelizmente presente em muitos ambientes.

eu aguardo comentários sobre este tema, para melhor debatermos.
obrigado , 5-12-2014
clevinho maia



 

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veja também

Canção Nova, explica restrições da CNBB .

» Esclarecimentos sobre alguns pontos da RCC à CNBB

» Renovação Carismática orientações pastorais da CNBB
» Igreja Católica diabo entrou através do Concílio Vaticano II
» FUMAÇA DE SATANÁS - Concílio Vaticano II



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